O Nome
Souto ou Soito? O nome confunde-se e alterna no tempo já que aparece o nome de Souto em várias passagens documentais, nomeadamente na lista das Igrejas de Riba Côa datada de 1321, no Cadastro da população do Reino de 1527 e no Dicionário Geográfico do Reino de Portugal de meados do século XVIII entre outros. Continuou o nome de Souto, a ser usado pelos CTT e alguns departamentos governamentais, digo alguns, porque por exemplo a Repartição de Finanças e a Câmara Municipal já há muito que vinham a usar o nome de Soito.
De Sotto, passou a Soutto, Souto e Soito, havendo épocas em que era conhecido como Sotto de Riba Côa, ou Cima Côa, conforme identicamos nos registos do diversos párocos.
Na documentação destinada a esta terra e que no relatório de contas da Santa Casa da Misericórdia datado de 1847 já era Soito o nome referido, mais, toda a documentação da Misericórdia, num espaço de mais de 80 anos até 1934, refere apenas Soito, porém a partir desta data, Souto e Soito alternam entre si numa diferenciação que só pode ser atribuída ao critério ou à simpatia de cada Secretário, Provedor, ou a qualquer pena que ao sabor de quem a movia, escrevia um ou outro termo.
Nos próprios registos paroquiais de óbitos, baptizados e casamentos, Souto e Soito alternam desde há séculos conforme o gosto ou a vontade do pároco da época.
O Governo Civil da Guarda, no alvará n.º 28 de 25 de Fevereiro de 1935, que nomeia a Comissão Administrativa para a SCMS, refere Souto, para quase oito anos depois a mesma entidade, no alvará n.º 55 de 1 de Novembro de 1943 referir Soito.
Os recibos da contribuição predial dos prédios rústicos pertença da Santa Casa referentes a 1926 e outros, emitidos pela Repartição de Finanças do Sabugal diz: Misericórdia do Soito.
Várias cartas vindas do Ministério do Interior, são endereçadas à Misericórdia do Soito-Sabugal
Na lista do código postal, edição actualizada em 1996, pode ler-se: 6320 Soito.
A maioria dos historiadores e escritores contemporâneos refere-se a este povo usando e aceitando Soito como nome mais conhecido e vulgarizado.
O Dr. Joaquim Manuel Correia em Memórias do Concelho do Sabugal refere Soito (Pag 1) ou Souto ( diversas), assim, qualquer dos termos aceitar-se-á por correcto embora eu, pessoalmente, prefira usar o nome de Soito e gostasse que o ver tornado oficial para evitar confusões, daí que apele aos órgãos oficiais representativos do povo para que iniciem o processo legal de alteração e confirmação do nome de Soito a fim de evitar uma dualidade tantas vezes embaraçosa e até confusa para quem desconhece a região, visita a nossa terra e até para os próprios habitantes..
Pelo que sabemos de testemunhos de respeitáveis anciãos, o nome Soito tem vindo desde há séculos a ser usado no modo verbal e é Soito o nome porque foi e é conhecido a portas fora, no entanto Souto tem sido usado na forma escrita ainda que não de modo absoluto.
No dia 13 de Maio de 1999 o Soito foi elevado à categoria de Vila e os documentos que o atestam, vindos da Assembleia da Republica referem Soito.
Não pretendo escrever a história do Soito, mas tão só dar a conhecer factos ignorados do seu passado e, transmitir a verdade que os arquivos empoeirados do tempo me emprestaram.
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terça-feira, 16 de março de 2010
Algumas datas
1527: o Soito com 160 moradores era o principal lugar do termo do Sabugal que tinha 1.027 no total.
14 de Fevereiro de 1695: É feito um enterro na capela da Misericórdia, embora os possa haver anteriores.
1700: Segundo o livro dos assentos de baptismos, houve 31 nascimentos.
1704: Registam-se 42 baptismos.
1714: Data do Cruzeiro incrustado no Calvário
1758: O Soito tinha todas as actuais Capelas já erguidas, à excepção da de Santa Inês.
29 de Maio de 1758: O Soito tinha 226 vizinhos
1797: São construídos os Nichos da Via Sacra dos quais restam apenas metade.
1798: Segundo o Censo de Pina Manique o Soito tinha 243 fogos.
1838: O Cemitério fica concluído e recebe a primeira sepultura a 5 de Fevereiro.
1856: Morrem neste ano: 156 pessoas
Maio de 1856: Neste mês são registados 80 óbitos, 28 deles enterrados na Capela de Santa Barbara, sessenta eram menores de cinco anos
12 de Maio de 1858 e 16 de Maio de 1858: são feitos sete funerais em cada um desses dias e em todos os registos podemos ler: faleceo das bexigas, o que dá a entender ter havido uma epidemia do que hoje poderíamos chamar varicela.
30 de Julho de 1858: Data do Compromisso da Irmandade da Misericórdia que substituía os anteriores.
10 de Novembro de 1867: É arrematado a José Lopes Pereira por 59.995 reis, a construção de um pontão em granito com 4 metros de largura e 48 de comprimento na ribeira ao fundo do Lugar.
7 de Junho de 1877: El-Rei Dom Luís Primeiro atribui o grau de Cavaleiro da Torre e Espada de valor, lealdade e mérito a José Fernandes Farinha.
15 de Junho de 1881: A Misericórdia tinha 3.100.000 reis em depósitos na Junta de Crédito Publico.
1888: É criada no Soito a cadeira de professor do sexo feminino.
3 de Maio de 1888: Morre na Marsoba, às cinco da tarde, aquando das disputas territoriais com Alfaiates, o cidadão Manuel Lopes (Dora) de 28 anos.
Dezembro de 1909: um violento temporal abate-se sobre o concelho derrubando dezenas de pontes, entre elas, parte da do Sabugal que esteve 3 anos com tabuleiro em madeira.
1910: É construída a Torre da Igreja
9 de Abril de 1914
26 de Agosto de 1914. Aprovação oficial da reforma dos Estatutos da Misericórdia
1915: o Dr. João José da Fonseca Garcia manda fazer duas fontes, a dos Lameiros e do Fundo do Lugar.
1924: É aberta a estrada Soito-Cruzamento
26 de Março de 1927: homenagem da Câmara ao Vereador do Soito Bernardo Manso Martins, que mandara fazer o tanque e pio no Lameiro do Soito e que há muito desapareceram.
1945: Inicio do abastecimento de água e construção das fontes públicas.
16 de Outubro de 1955: A Junta decide abrir a estrada desde o Lameiro do Soito até à Igreja
26 de Setembro de 1946: É fundada a Fabrica de Refrigerantes, mais tarde Cristalina.
1956: abertura da estrada Soito-Alfaiates
29 de Janeiro de 1962: o Sr. Bispo D. Policarpo vem ao Soito crismar 130 pessoas.
27 de Março de 1962: É aberto concurso para alcatroamento da estrada do Soito.
22 de Julho de 1962: Nas Eiras onde estava depositado o pão para ser malhado, deflagra um incêndio que consome 70 carros de cereal.
31 de Dezembro de 1962: quando vinham de Espanha já descarregados, ao atravessar o rio Côa morrem afogados Hermenegildo Robalo Carrilho de 15 anos e Manuel Joaquim Fernandes de 16.
9 de Maio de 1963: É inaugurada a luz eléctrica.
12 de Maio de 1963 a Estação telefónica dos CTT passou a estar aberta das 08 às 24 horas.
1966: É fundada a fábrica de confecções Ranking
25 de Julho de 1967: A imagem de São Cristóvão é colocada próximo do local onde hoje se encontra, graças à iniciativa dos motoristas do Soito.
1968: Construção da casa paroquial.
1969: Morrem em três acidentes de viação 7 pessoas do Soito; Mário Pereira, José e Manuel Meirinho Dias próximo das Batocas, João Carvalho Russo e Carlos Alberto Freire em França e Maria Garrido Rito Pereira e filha em Espanha quando vinham de França.
12 de Outubro de 1969: cortejo de oferendas a favor do hospital do Sabugal onde pela primeira vez é cantado o hino do Soito, um arranjo da Sra. D. Judite Nunes Aristides.
4 de Agosto de 1974. o Sr. Bispo da Guarda volta ao Soito administrar o Crisma.
1974: é construído o muro de vedação do Santuário de Nossa Senhora dos Prazeres.
11 de Junho de 1976: O Primeiro Ministro Mário Soares visita a Fábrica de Confecções Ranking
22 de Março de 1977: É morto pela Guarda-Fiscal, na Rua do Pinhal o espanhol Juan Simon Rodriguez
18 de Maio de 1977: fundação da Associação Cultural e desportiva do Soito.
17 de Junho de 1979: A festa das Crianças, comemoração do Ano Internacional da Criança, realizou-se no Soito com as crianças de todo o concelho.
23 de Setembro de 1979: Eleição de uma Comissão Administrativa destinada a dar novo alento à SCMS.
18 de Janeiro de 1981: Reunião da Comissão pró Lar da terceira idade e Jardim de Infância.
30 de Maio de 1982: Formalização do contrato de construção do Lar a João Rito Marcos, o que foi confirmado em 13 de Junho.
Outubro de 1981: Abre o primeiro Jardim de Infância
24 de Janeiro de 1982: o Sr. Bispo da Guarda vem ao Soito administrar o Crisma
31 de Agosto de 1982: É aberto concurso para a pavimentação da estrada Soito Quadrazais e Ramal de S.Cristóvão.
20 de Setembro de 1982: É colocada a primeira pedra do edifício do Lar.
10 de Janeiro de 1987: Abertura do Lar Nossa Senhora da Conceição.
11 de Março de 1989: O Lar é inaugurado oficialmente e é assente a primeira pedra da Creche e Jardim Infantil.
1989: O Soito gemina-se com Le Porge
30 de Agosto de 1993: Abre a Creche e o Jardim Infantil da Misericórdia
17 de Março de 1997: Aprovação do projecto da Casa da Cultura, Juventude, Desporto e Laser.
1997: A capela de Santo António é beneficiada com obras: elevação do pavimento e cobertura
31 de Outubro de 1998: a Soito ACD apresenta o projecto do Museu Etnográfico à Junta de Freguesia.
1998: É colocada uma cobertura nova na Capela de Nossa Senhora dos Prazeres e construída a sacristia.
17 de Novembro de 1991 Transmissão pela RTP da Missa Dominical no Soito.
20 de Março de 1999: a SCMS decide apoiar a construção do Museu e propõe-se adquirir o imóvel para a sua instalação.
6 de Agosto de 1999: É dado o nome do Engenheiro Engrácia Carrilho à praça principal da Vila com a presença de seu filho o então Ministro da Cultura: Manuel Maria Carrilho
13 de Novembro de 1999: Com vista à instalação de um futuro Museu, é feita a limpeza do espaço frente ao edifício que o irá albergar.
11 de Abril de 2001: adjudicada a pavimentação da estrada para Nossa Senhora dos Prazeres.
1 de Novembro de 2001: Morre o Padre José Miguel Pereira.
4 de Agosto de 2002: É realizada a primeira feira anual.
2003: o Clube de Futebol da Associação Cultural e Desportiva entra na competição da segunda divisão distrital e termina a época em quinto lugar.
15 de Maio de 2004: com a celebração da Missa, é inaugurado o novo altar da capela de Santo António
26 de Julho de 2004: É inaugurado o novo imóvel para ampliação do Lar Nossa Senhora da Conceição.
11 de Abril de 2005: inicia-se a demolição do redondel no Lameiro do Soito com vista à requalificação do Espaço
14 de Fevereiro de 1695: É feito um enterro na capela da Misericórdia, embora os possa haver anteriores.
1700: Segundo o livro dos assentos de baptismos, houve 31 nascimentos.
1704: Registam-se 42 baptismos.
1714: Data do Cruzeiro incrustado no Calvário
1758: O Soito tinha todas as actuais Capelas já erguidas, à excepção da de Santa Inês.
29 de Maio de 1758: O Soito tinha 226 vizinhos
1797: São construídos os Nichos da Via Sacra dos quais restam apenas metade.
1798: Segundo o Censo de Pina Manique o Soito tinha 243 fogos.
1838: O Cemitério fica concluído e recebe a primeira sepultura a 5 de Fevereiro.
1856: Morrem neste ano: 156 pessoas
Maio de 1856: Neste mês são registados 80 óbitos, 28 deles enterrados na Capela de Santa Barbara, sessenta eram menores de cinco anos
12 de Maio de 1858 e 16 de Maio de 1858: são feitos sete funerais em cada um desses dias e em todos os registos podemos ler: faleceo das bexigas, o que dá a entender ter havido uma epidemia do que hoje poderíamos chamar varicela.
30 de Julho de 1858: Data do Compromisso da Irmandade da Misericórdia que substituía os anteriores.
10 de Novembro de 1867: É arrematado a José Lopes Pereira por 59.995 reis, a construção de um pontão em granito com 4 metros de largura e 48 de comprimento na ribeira ao fundo do Lugar.
7 de Junho de 1877: El-Rei Dom Luís Primeiro atribui o grau de Cavaleiro da Torre e Espada de valor, lealdade e mérito a José Fernandes Farinha.
15 de Junho de 1881: A Misericórdia tinha 3.100.000 reis em depósitos na Junta de Crédito Publico.
1888: É criada no Soito a cadeira de professor do sexo feminino.
3 de Maio de 1888: Morre na Marsoba, às cinco da tarde, aquando das disputas territoriais com Alfaiates, o cidadão Manuel Lopes (Dora) de 28 anos.
Dezembro de 1909: um violento temporal abate-se sobre o concelho derrubando dezenas de pontes, entre elas, parte da do Sabugal que esteve 3 anos com tabuleiro em madeira.
1910: É construída a Torre da Igreja
9 de Abril de 1914
26 de Agosto de 1914. Aprovação oficial da reforma dos Estatutos da Misericórdia
1915: o Dr. João José da Fonseca Garcia manda fazer duas fontes, a dos Lameiros e do Fundo do Lugar.
1924: É aberta a estrada Soito-Cruzamento
26 de Março de 1927: homenagem da Câmara ao Vereador do Soito Bernardo Manso Martins, que mandara fazer o tanque e pio no Lameiro do Soito e que há muito desapareceram.
1945: Inicio do abastecimento de água e construção das fontes públicas.
16 de Outubro de 1955: A Junta decide abrir a estrada desde o Lameiro do Soito até à Igreja
26 de Setembro de 1946: É fundada a Fabrica de Refrigerantes, mais tarde Cristalina.
1956: abertura da estrada Soito-Alfaiates
29 de Janeiro de 1962: o Sr. Bispo D. Policarpo vem ao Soito crismar 130 pessoas.
27 de Março de 1962: É aberto concurso para alcatroamento da estrada do Soito.
22 de Julho de 1962: Nas Eiras onde estava depositado o pão para ser malhado, deflagra um incêndio que consome 70 carros de cereal.
31 de Dezembro de 1962: quando vinham de Espanha já descarregados, ao atravessar o rio Côa morrem afogados Hermenegildo Robalo Carrilho de 15 anos e Manuel Joaquim Fernandes de 16.
9 de Maio de 1963: É inaugurada a luz eléctrica.
12 de Maio de 1963 a Estação telefónica dos CTT passou a estar aberta das 08 às 24 horas.
1966: É fundada a fábrica de confecções Ranking
25 de Julho de 1967: A imagem de São Cristóvão é colocada próximo do local onde hoje se encontra, graças à iniciativa dos motoristas do Soito.
1968: Construção da casa paroquial.
1969: Morrem em três acidentes de viação 7 pessoas do Soito; Mário Pereira, José e Manuel Meirinho Dias próximo das Batocas, João Carvalho Russo e Carlos Alberto Freire em França e Maria Garrido Rito Pereira e filha em Espanha quando vinham de França.
12 de Outubro de 1969: cortejo de oferendas a favor do hospital do Sabugal onde pela primeira vez é cantado o hino do Soito, um arranjo da Sra. D. Judite Nunes Aristides.
4 de Agosto de 1974. o Sr. Bispo da Guarda volta ao Soito administrar o Crisma.
1974: é construído o muro de vedação do Santuário de Nossa Senhora dos Prazeres.
11 de Junho de 1976: O Primeiro Ministro Mário Soares visita a Fábrica de Confecções Ranking
22 de Março de 1977: É morto pela Guarda-Fiscal, na Rua do Pinhal o espanhol Juan Simon Rodriguez
18 de Maio de 1977: fundação da Associação Cultural e desportiva do Soito.
17 de Junho de 1979: A festa das Crianças, comemoração do Ano Internacional da Criança, realizou-se no Soito com as crianças de todo o concelho.
23 de Setembro de 1979: Eleição de uma Comissão Administrativa destinada a dar novo alento à SCMS.
18 de Janeiro de 1981: Reunião da Comissão pró Lar da terceira idade e Jardim de Infância.
30 de Maio de 1982: Formalização do contrato de construção do Lar a João Rito Marcos, o que foi confirmado em 13 de Junho.
Outubro de 1981: Abre o primeiro Jardim de Infância
24 de Janeiro de 1982: o Sr. Bispo da Guarda vem ao Soito administrar o Crisma
31 de Agosto de 1982: É aberto concurso para a pavimentação da estrada Soito Quadrazais e Ramal de S.Cristóvão.
20 de Setembro de 1982: É colocada a primeira pedra do edifício do Lar.
10 de Janeiro de 1987: Abertura do Lar Nossa Senhora da Conceição.
11 de Março de 1989: O Lar é inaugurado oficialmente e é assente a primeira pedra da Creche e Jardim Infantil.
1989: O Soito gemina-se com Le Porge
30 de Agosto de 1993: Abre a Creche e o Jardim Infantil da Misericórdia
17 de Março de 1997: Aprovação do projecto da Casa da Cultura, Juventude, Desporto e Laser.
1997: A capela de Santo António é beneficiada com obras: elevação do pavimento e cobertura
31 de Outubro de 1998: a Soito ACD apresenta o projecto do Museu Etnográfico à Junta de Freguesia.
1998: É colocada uma cobertura nova na Capela de Nossa Senhora dos Prazeres e construída a sacristia.
17 de Novembro de 1991 Transmissão pela RTP da Missa Dominical no Soito.
20 de Março de 1999: a SCMS decide apoiar a construção do Museu e propõe-se adquirir o imóvel para a sua instalação.
6 de Agosto de 1999: É dado o nome do Engenheiro Engrácia Carrilho à praça principal da Vila com a presença de seu filho o então Ministro da Cultura: Manuel Maria Carrilho
13 de Novembro de 1999: Com vista à instalação de um futuro Museu, é feita a limpeza do espaço frente ao edifício que o irá albergar.
11 de Abril de 2001: adjudicada a pavimentação da estrada para Nossa Senhora dos Prazeres.
1 de Novembro de 2001: Morre o Padre José Miguel Pereira.
4 de Agosto de 2002: É realizada a primeira feira anual.
2003: o Clube de Futebol da Associação Cultural e Desportiva entra na competição da segunda divisão distrital e termina a época em quinto lugar.
15 de Maio de 2004: com a celebração da Missa, é inaugurado o novo altar da capela de Santo António
26 de Julho de 2004: É inaugurado o novo imóvel para ampliação do Lar Nossa Senhora da Conceição.
11 de Abril de 2005: inicia-se a demolição do redondel no Lameiro do Soito com vista à requalificação do Espaço
No tempo do Minério
Minas de volfrâmio, arsénio e titânio
Durante a segunda guerra mundial, Portugal exportava para ambas as partes, grandes quantidades de minério, porém Salazar cedeu às pressões dos E.U.A. que em 28 de Fevereiro de 1944 pediu o embargo desse produto à Alemanha e da Grã-Bretanha em 24 de Março seguinte.
Em 24 de Maio também o Brasil pressiona Portugal nesse sentido e em 29 de Maio a Grã-Bretanha invoca a aliança Anglo-Lusa para o pedido de suspensão das exportações.
Em 1 de Junho, Salazar decide suspender as exportações e em 6 do mesmo mês informa o embaixador da Alemanha da decisão de suspender o fornecimento de minério a todos os beligerantes.
No dia 8 é divulgada uma nota oficiosa em que se dá conta da proibição de exportação de volfrâmio para todos os destinos.
É aqui que começa um dos grandes negócios para o Soito, para toda a região e para grande parte do país.
O contrabando de minério floresce a cada dia que passa e, primeiro, os homens às costas depois em velozes cavalos transportavam para Espanha o precioso metal que gerava riqueza para toda a população.
Vindo das Minas da Panasqueira, de Moncorvo ou de outras fontes, passaram por aqui milhares de toneladas.
Para evitar perseguições e terem provas de que a produção era local, proliferaram por esta região e nessa época, centenas de minas que mais não serviam do que de entreposto.
No Soito, embora não tanto como em outros povos, também houve algumas minas que os proprietários registavam na Câmara do Sabugal: em 4 de Dezembro de 1941, às onze horas, foi registada no sítio da Quinta da Maria Gandaia uma mina sob o número 182, de titânio, arsénio e outros minerais em nome de Francisco Viriato Lopes, outra, 183 nas Carvalheiras no mesmo dia e mesmo autor, outra, 184, no sítio da Capela de Nossa Senhora dos Prazeres, freguesia de Aldeia Velha, também registada pela mesma pessoa, outra sob o número 185, também do mesmo, situada no limite de Aldeia Velha.
Com o número 188 em 9 de Dezembro do mesmo ano foi registada por José Martins Garcia, solteiro, de 29 anos de idade uma mina situada na Serra de Nossa Senhora dos Prazeres, outra com o número 189, pelo mesmo, no sítio dos Malhões em propriedade dos herdeiros de Maria Martins e outros.
Esta actividade durou cerca de 30 anos e trouxe ao Soito muito trabalho mas também algum desafogo financeiro proveniente das mais-valias dela resultantes e que a todos beneficiavam, directa ou indirectamente.
Durante a segunda guerra mundial, Portugal exportava para ambas as partes, grandes quantidades de minério, porém Salazar cedeu às pressões dos E.U.A. que em 28 de Fevereiro de 1944 pediu o embargo desse produto à Alemanha e da Grã-Bretanha em 24 de Março seguinte.
Em 24 de Maio também o Brasil pressiona Portugal nesse sentido e em 29 de Maio a Grã-Bretanha invoca a aliança Anglo-Lusa para o pedido de suspensão das exportações.
Em 1 de Junho, Salazar decide suspender as exportações e em 6 do mesmo mês informa o embaixador da Alemanha da decisão de suspender o fornecimento de minério a todos os beligerantes.
No dia 8 é divulgada uma nota oficiosa em que se dá conta da proibição de exportação de volfrâmio para todos os destinos.
É aqui que começa um dos grandes negócios para o Soito, para toda a região e para grande parte do país.
O contrabando de minério floresce a cada dia que passa e, primeiro, os homens às costas depois em velozes cavalos transportavam para Espanha o precioso metal que gerava riqueza para toda a população.
Vindo das Minas da Panasqueira, de Moncorvo ou de outras fontes, passaram por aqui milhares de toneladas.
Para evitar perseguições e terem provas de que a produção era local, proliferaram por esta região e nessa época, centenas de minas que mais não serviam do que de entreposto.
No Soito, embora não tanto como em outros povos, também houve algumas minas que os proprietários registavam na Câmara do Sabugal: em 4 de Dezembro de 1941, às onze horas, foi registada no sítio da Quinta da Maria Gandaia uma mina sob o número 182, de titânio, arsénio e outros minerais em nome de Francisco Viriato Lopes, outra, 183 nas Carvalheiras no mesmo dia e mesmo autor, outra, 184, no sítio da Capela de Nossa Senhora dos Prazeres, freguesia de Aldeia Velha, também registada pela mesma pessoa, outra sob o número 185, também do mesmo, situada no limite de Aldeia Velha.
Com o número 188 em 9 de Dezembro do mesmo ano foi registada por José Martins Garcia, solteiro, de 29 anos de idade uma mina situada na Serra de Nossa Senhora dos Prazeres, outra com o número 189, pelo mesmo, no sítio dos Malhões em propriedade dos herdeiros de Maria Martins e outros.
Esta actividade durou cerca de 30 anos e trouxe ao Soito muito trabalho mas também algum desafogo financeiro proveniente das mais-valias dela resultantes e que a todos beneficiavam, directa ou indirectamente.
O pão (Centeio e trigo)
A produção de cereal, principalmente trigo e centeio, era uma das bases em que assentava a vida económica da povoação e era, devido ao terreno fértil, o principal fornecedor distrital desses produtos.
Na época 1950/1952 João Baptista Carrilho foi o segundo maior produtor, sendo-lhe atribuído o respectivo diploma pela Federação Nacional dos Produtores de Trigo em 15 de Março de 1953
Embora ainda hoje haja quem semeie milhares de alqueires de semente, há muito terreno ao abandono, por falta de interesse ou rentabilidade económica, sendo talvez este último aspecto a principal causa já que desde 1970 até 2005 o preço do pão ao consumidor subiu mais de 50 vezes (uma carcaça de 60 gramas custava $40, hoje ronda os 0,10 €) e no produtor o preço não acompanhou, nem de perto, tamanha subida.
Até meados do século passado, porque todo o trabalho era feito manualmente, a faina da ceifa e das malhas prolongava-se desde Junho a Agosto.
Antes, geralmente no mês de Maio, o trigo era mondado, (limpo das ervas daninhas) o que era feito por dezenas de raparigas em posição bastante incómoda e durante todo o dia, apesar disso, o som das cantigas que elas emitiam e que ecoava pelas redondezas, dava aos campos um sinal de vida e de alegria que já há muito se perdeu.
Por alturas da festa de Santo António, 13 de Junho, e porque os braços existentes na povoação eram insuficientes para realizar a ceifa em tempo oportuno, começavam a chegar centenas de ceifadores vindos de alguns concelhos da Beira Baixa a que se chamava “campo” e que eram contratados pelos proprietários para fazer esse trabalho.
Depois, o transporte em carros de vacas, até às Eiras, onde em molhos, o cereal era colocado em medas esperando para ser malhado à força do mangual, agilmente manejado pelo homem e depois separado da palha através de varias operações em que também as mulheres tinham participação activa.
Após esta complicada sequencia de acções, o grão era recolhido, geralmente para as lojas, em grandes arcas de madeira, para durante o ano servir para fazer o pão, depois de moído e transformado em farinha nos moinhos da terra, peneirado e amassado pelas mães de família e cozido nos fornos comunitários ou arrendados pelo forneiro que se encarregava de várias missões, desde o circular de casa em casa pela manhã cedo, ao toque das almas, dando ordens aquelas que iam cozer nesse dia, até repetir duas horas depois, para mandar tender e de seguida levar para o forno. Cada pão pesava em média dois arráteis (medida antiga com 459 gramas) e as famílias coziam quase sempre mais do que aquele que precisavam, pois era usual pedirem emprestado umas às outras e quando era a sua vez de cozer, retribuíam com pão do mesmo peso.
Ao forneiro era dada a poia que consistia no valor de 10% em relação ao número de pães cozidos
As primeiras malhadeiras apareceram por volta de 1930, mas não ceifavam, estavam fixas nas Eiras e grande parte do trabalho era feito à mão, a maquia só degranava e separava o grão da palha.
Depois bastante mais tarde apareceram as ceifeiras malhadeiras, que simplificariam e facilitariam o trabalho já que o grão era recolhido pela própria máquina até uma certa quantidade e só depois retirado e ensacado.
Os moinhos
Na Ribeira da Granja (ou Janadão) existiram em tempos não muito distantes sete moinhos onde era moído o grão que alimentava o povo; um era do Ti José Perloiro, outro de Maria Martins, dois dos Rendeiros, um do Ti José Moleiro, um do Ti José Santo e outro do Ti Joãozinho, este, que se encontrava completo ainda há poucos anos, foi vandalizado em 2004 e as pedras roubadas, havia ainda alguns no Rio Côa, entre eles, dois eram propriedade de Narciso Carrilho, que moíam o trigo com mais precisão, resultando uma farinha mais fina, daí que fossem os preferidos quando se queria a farinha destinada à confecção dos coscoreis por alturas da Páscoa e da festa de Nossa Senhora dos Prazeres.
Os Fornos comunitários
Havia três fornos, o de baixo: da Tia Maria Martins, o do Ti Necha e o de cima: de Narciso Carrilho.
Na época 1950/1952 João Baptista Carrilho foi o segundo maior produtor, sendo-lhe atribuído o respectivo diploma pela Federação Nacional dos Produtores de Trigo em 15 de Março de 1953
Embora ainda hoje haja quem semeie milhares de alqueires de semente, há muito terreno ao abandono, por falta de interesse ou rentabilidade económica, sendo talvez este último aspecto a principal causa já que desde 1970 até 2005 o preço do pão ao consumidor subiu mais de 50 vezes (uma carcaça de 60 gramas custava $40, hoje ronda os 0,10 €) e no produtor o preço não acompanhou, nem de perto, tamanha subida.
Até meados do século passado, porque todo o trabalho era feito manualmente, a faina da ceifa e das malhas prolongava-se desde Junho a Agosto.
Antes, geralmente no mês de Maio, o trigo era mondado, (limpo das ervas daninhas) o que era feito por dezenas de raparigas em posição bastante incómoda e durante todo o dia, apesar disso, o som das cantigas que elas emitiam e que ecoava pelas redondezas, dava aos campos um sinal de vida e de alegria que já há muito se perdeu.
Por alturas da festa de Santo António, 13 de Junho, e porque os braços existentes na povoação eram insuficientes para realizar a ceifa em tempo oportuno, começavam a chegar centenas de ceifadores vindos de alguns concelhos da Beira Baixa a que se chamava “campo” e que eram contratados pelos proprietários para fazer esse trabalho.
Depois, o transporte em carros de vacas, até às Eiras, onde em molhos, o cereal era colocado em medas esperando para ser malhado à força do mangual, agilmente manejado pelo homem e depois separado da palha através de varias operações em que também as mulheres tinham participação activa.
Após esta complicada sequencia de acções, o grão era recolhido, geralmente para as lojas, em grandes arcas de madeira, para durante o ano servir para fazer o pão, depois de moído e transformado em farinha nos moinhos da terra, peneirado e amassado pelas mães de família e cozido nos fornos comunitários ou arrendados pelo forneiro que se encarregava de várias missões, desde o circular de casa em casa pela manhã cedo, ao toque das almas, dando ordens aquelas que iam cozer nesse dia, até repetir duas horas depois, para mandar tender e de seguida levar para o forno. Cada pão pesava em média dois arráteis (medida antiga com 459 gramas) e as famílias coziam quase sempre mais do que aquele que precisavam, pois era usual pedirem emprestado umas às outras e quando era a sua vez de cozer, retribuíam com pão do mesmo peso.
Ao forneiro era dada a poia que consistia no valor de 10% em relação ao número de pães cozidos
As primeiras malhadeiras apareceram por volta de 1930, mas não ceifavam, estavam fixas nas Eiras e grande parte do trabalho era feito à mão, a maquia só degranava e separava o grão da palha.
Depois bastante mais tarde apareceram as ceifeiras malhadeiras, que simplificariam e facilitariam o trabalho já que o grão era recolhido pela própria máquina até uma certa quantidade e só depois retirado e ensacado.
Os moinhos
Na Ribeira da Granja (ou Janadão) existiram em tempos não muito distantes sete moinhos onde era moído o grão que alimentava o povo; um era do Ti José Perloiro, outro de Maria Martins, dois dos Rendeiros, um do Ti José Moleiro, um do Ti José Santo e outro do Ti Joãozinho, este, que se encontrava completo ainda há poucos anos, foi vandalizado em 2004 e as pedras roubadas, havia ainda alguns no Rio Côa, entre eles, dois eram propriedade de Narciso Carrilho, que moíam o trigo com mais precisão, resultando uma farinha mais fina, daí que fossem os preferidos quando se queria a farinha destinada à confecção dos coscoreis por alturas da Páscoa e da festa de Nossa Senhora dos Prazeres.
Os Fornos comunitários
Havia três fornos, o de baixo: da Tia Maria Martins, o do Ti Necha e o de cima: de Narciso Carrilho.
Eleições e circulos eleitorais
Círculos eleitorais e Eleições
Se hoje cada cidadão maior, tem direito a voto, isso só aconteceu passado o 25 de Abril de 1974 já que antes as leis restringiam esse direito.
A partir da Constituição de 1822 era concedido o voto aos cidadãos tidos como mais importantes e a partir de 1838 esse direito foi estendido a possuidores de certos títulos literários.
Só em 1878 tal direito foi alargado a todos os que soubessem ler ou fossem chefes de família, porém na prática tal direito era negado e foi mesmo suspenso em 1896.
Antes do 25 de Abril e oficialmente, apenas podiam votar aqueles a quem o poder o permitia sendo necessário para ter tal direito, pagar um mínimo de contribuição predial que foi de 100$00 e teria mais tarde passado para 200$00, no entanto apesar disso, quem não fosse apoiante da causa defendida pelo poder instalado não poderia votar já que os boletins de voto eram muitas vezes enviados aos eleitores já preenchidos com o nome do candidato escolhido, o que cerceava de algum modo a decisão do eleitor e punha em causa a sua liberdade de escolha. As mulheres só passaram a ter direito a voto depois de 1930 e só as licenciadas o podiam exercer.
De seguida damos conta da composição de vários círculos eleitorais durante o século XIX:
Para presidir às eleições de 26 de Julho de 1835 foram nomeados em 12 do mesmo mês; para o Soito o 5º. Vereador José Alves, do Soito, para Vale de Espinho; Manuel José de Carvalho, do Soito, e para Quadrazais; Manuel Jorge também do Soito
Em 14 de Setembro e para presidir as eleições da Junta e Comissões de Paróquia foi nomeado o Vereador António Garcia e para Aldeia Velha; José Alves do Soito.
Em 8 de Novembro de 1836, a Câmara dividiu o concelho em 3 Assembleias eleitorais: 1ª no Sabugal, 2ª em Aldeia do Bispo e a 3ª no Soito composta por Soito, Nave, Vila Boa, Vale das Éguas, Valongo, Ruivos e Ruvina.
Em auto de Câmara de 21 de Abril de 1837 e para presidir à Assembleia eleitoral que escolheria os Juízes de paz, é nomeado Luís Carrilho, do Soito.
Dois anos após a incorporação da Vila de Alfaiates no Sabugal, exactamente a 2 de Dezembro de 1857 foram estabelecidas as assembleias para as eleições no concelho que eram compostas de cinco círculos; No Sabugal, sendo Presidente o Presidente da Câmara, no Soito, o Vereador Joaquim António de Almeida, em Vilar Maior, o Vereador José Ribeiro Leitão, em Castelo Mendo o Vereador Francisco Sousa Fabião e em Sortelha o Vereador Fernando Soares Mascarenhas.
Em 19 de Outubro de 1859 as Assembleias eleitorais no concelho eram cinco.
A 1ª. No Sabugal compreendia as freguesias de Sabugal, Quadrazais, Rendo, Ruvina, Vila Boa, Rapoula, Touro, Quintas, Urgueira e Malcata.
A 2ª. Soito, com as freguesias de Soito, Vale de Espinho, Foios, Aldeia do Bispo, Lageosa, Aldeia Velha, e Nave.
3ª. Vilar Maior e as freguesia que compunham o antigo concelho.
4ª. Castelo Mendo com as freguesias do extinto concelho. 5ª. Sortelha com as freguesias do extinto concelho.
5ª. Sortelha, compota pelas freguesias que compunham o antigo concelho.
Às mesas, presidiam os seguintes cidadãos: no Sabugal o Presidente da Câmara, no Soito o Professor Manuel Fernandes Ruço, em Vilar Maior o vereador Júlio César, em Castelo Mendo o vereador José Joaquim Simões de Carvalho e em Sortelha o vereador José de Andrade.
Em 31 de Julho de 1867 a 5ª. Paróquia Cível tinha sede em Vila Boa e era composta por Vila Boa, Soito, Nave, Ruvina e Ruivós
Em 17 de Dezembro de 1867 o Concelho do Sabugal continuava a ser composto por 5 círculos eleitorais com sedes no Sabugal, Soito, Sortelha, Vilar Maior e Miuzela.
A assembleia nº 2 tinha sede no Soito e compreendia as freguesias da Nave, Aldeia Velha, Aldeia do Bispo, Lageosa, Foios e Vale de Espinho.
Os círculos dos Juízes de paz eram compostos pelas mesmas freguesias e com a mesma sede conforme expresso em acta da sessão de Câmara de 21 de Agosto de 1867.
Em 4 de Abril de 1869 as Assembleias estavam assim divididas, Sabugal: que tinha como Presidente Manuel Fernandes Ruço, vice-presidente da Câmara, mas nessa data Presidente em exercício.
A do Soito era presidida por José Maximino da Costa Azevedo. Sortelha por Alexandre José Antunes Leal. Castelo Mendo: Alexandre António Vieira e Vilar Maior António Monteiro Limão.
Em 17 de Novembro de 1869 a disposição dos círculos eleitorais era a seguinte; Sabugal tendo como presidente o Presidente da Câmara António Maria Rebocho, o do Soito presidido pelo vereador José Joaquim Ribeiro, o de Castelo Mendo com António Monteiro Simão, Sortelha com Alexandre José Nunes da Cunha e Vilar Maior com Manuel Martins Lavajo.
Estando a menos de uma légua do Soito, sede de Assembleia de voto, onde votavam os da Nave, Aldeia Velha, Aldeia do Bispo, Foios e Vale de Espinho, o povo de Alfaiates passou a votar em Vilar Maior que estaria muito mais distante.
Em 28 de Agosto de 1870 e para a eleição dos Deputados: Sabugal com o Presidente, Sortelha com o vogal Joaquim Antunes, Soito com António Joaquim Simões, Vilar Maior com José d’Andrade e Castelo Mendo com Francisco Martins Chorão.
Em 14 de Fevereiro de 1871 e devido à desanexação de 13 freguesias do concelho do Sabugal para o de Almeida, tendo ficado a Cerdeira, Miuzela, Parada e Porto de Ovelha, a Camara decidiu organizar as novas assembleias do seguinte modo com as seguintes capitais; Seixo do Côa com as freguesias de Miuzela, Cerdeira, Parada, Porto de Ovelha, Badamalos Valongo, Vale das Éguas, Ruvina, Ruivos e Bismula.
Outra em Aldeia da Ponte com as freguesias de Forcalhos, Lageosa, Nave de Haver, Malhada, Vilar Maior, Aldeia da Ribeira, Rebolosa e Alfaiates.
Outra no Soito composta das freguesias de Aldeia Velha, Aldeia do Bispo, Vale de Espinho Foios e Nave.
Uma outra no Sabugal composta pelas antigas freguesia menos a Ruvina que passou ao Seixo e outra em Sortelha com as freguesias que antes faziam parte da assembleia.
Em 19 de Junho de 1878 foram nomeados os sete cidadãos que hão-de presidir às Assembleias de voto que no dia 4 de Agosto elegerão os procuradores à Junta Geral e à Câmara Municipal: a do Sabugal, é por inerência, presidida pelo Presidente da Câmara, Sortelha pelo vogal José Ramos, Soito o vogal Francisco Lopes Júnior, Aldeia Velha o vogal Francisco Martins Chorão, Vilar Maior o vogal António Gonçalves Pinharanda, Miuzela o vogal Alexandre José Dias da Cunha e Malhada o vogal José Capello Barreiros.
Em 12 de Outubro de 1879 e para a eleição dos deputados, passou a haver sete círculos eleitorais assim distribuídos: Sabugal a que por lei presidia o presidente da Câmara, Soito presidido por José Joaquim Ribeiro, Sortelha por Alexandre José Dias da Cunha, Aldeia Velha com José Antunes da Fonseca, Vilar Maior era presidida por Joaquim António Rodrigues da Silva, Miuzela por Manuel Martins Janela e Malhada por António Dinis.
Em 10 de Novembro do mesmo ano e para presidir às eleições paroquiais do Soito, foi nomeado Manuel Carrilho Esteves.
Em 22 de Novembro do mesmo ano e para as eleições dos juízes de paz formaram-se os círculos que se seguem e foram nomeados os respectivos presidentes: No Sabugal: o Presidente da Câmara, no de Vilar Maior o vogal António Dinis da Fonseca, em Sortelha o vogal Alexandre José Dias da Cunha, o do Soito era presidido pelo vogal Joaquim António Rodrigues da Silva, Miuzela com o vogal Manuel Martins Janela, Malhada tinha por presidente o vogal José Joaquim Ribeiro e Aldeia Velha José Antunes da Fonseca.
Em 25 de Novembro de 1881 dá-se conta dos mesmos círculos eleitorais com os seguintes presidentes: Sabugal: o Presidente António Manuel Bigotte, Sortelha: o vogal Joaquim da Silva Moreira, Miuzela: com o vogal José Capello Barreiros, Aldeia Velha: o vogal Manuel Gonçalves Ignaçio, Soito: o vogal Dr. Fernando Garcia Marques, Vilar Maior: o vogal António Martins Chorão e Malhada: o vogal Bartolomeu José Capello.
Em 1885 o concelho foi dividido em oito círculos e o Soito continuava a ser sede de Assembleia de voto, nessa altura a 5ª Mesa, composta por Soito, 350 eleitores, Alfaiates, 259, Vale de Espinho 299 e Vila Boa 165.
1º. em Aldeia Velha com 222 mais Aldeia do Bispo com 171, Foios 110, Forcalhos 98 e Lageosa com105.
2º. na Miuzela com183 eleitores, Cerdeira 92, Parada 141, Porto de Ovelha 104 e Seixo 166.
3º. no Sabugal com 399, Aldeia de S. António 136, Quadrazais 428, Quintas de S.Bartolomeu 119 e Rendo 185.
4º. em Santo Estêvão com 180, Casteleiro197, Malcata 150 e Moita 100.
6º. em Sortelha com 196, Águas Belas 145, Bendada 205, Lomba 55, Penalobo 100 e Pousafoles 212
7º. na Ruvina com 47, Nave 165, Rapoula 90, Rebolosa, 98, Ruivos 45, Vale da Éguas 49 e Vila do Touro 185, e o 8º. em Vilar Maior com 157, Aldeia da Ponte 305, Aldeia da Ribeira 108, Vadamalos 82, Bismula 115 e Valongo 64 o que totaliza 42 freguesias, pouco depois saem do concelho a Miuzela, Parada e Porto de Ovelha ficando o concelho reduzido a 39.
Hoje o concelho é composto por quarenta freguesias devido à criação da freguesia do Baraçal em 18 de Maio de 1904 que foi desanexada de Vila do Touro.
Em 19 de Janeiro de 1887 em sessão da Câmara, o Presidente chamou a atenção dos vereadores para o facto de haver necessidade de alterar as Assembleias eleitorais e onde diz: “São conhecidos de todos os vereadores, os graves inconvenientes que resultam para muitos povos da existência das actuais, e especialmente para o Soito e Alfaiates, onde tem havido bastantes conflitos, resultando destes vários ferimentos em indivíduos de uma e outra freguesia e já a morte de um desgraçado de Alfaiates, propunha que ele fosse autorizado a apresentar, na 1ª sessão, um plano geral, alterando algumas assembleias em harmonia com o interesse dos próprios povos…”
Em 1895, a 15 de Dezembro, foi nomeado para presidir ao acto eleitoral da Assembleia do Soito, Manuel Robalo.
Assim e em face das alterações propostas, em 1896 e conforme Edital de 10 de Julho, a sede de assembleia de voto passou a ser a Nave, de cujo circulo faziam parte o Soito, a Rebolosa e Alfaiates com um total de 563 votos.
Em 21 de Agosto de 1899 a Assembleia eleitoral a que pertencia o Soito ficou sediada em Vale de Espinho, fazendo parte deste círculo; Vale de Espinho, Soito, Quadrazais e Foios num total de 525 eleitores e tendo como presidente Manuel António da Fonseca, do Soito.
Alfaiates foi, nesse acto, sede de Assembleia e composta pelas povoações de Forcalhos e Aldeia da Ponte.
Aldeia Velha, também sede com as freguesias de Lageosa e Aldeia do Bispo.
No Seixo do Côa; votavam Vale das Éguas, Cerdeira, Rapoula e Valongo.
Na Nave; Rendo, Ruvina, Vila Boa e Ruivos.
Vilar Maior, com as freguesias de Rebolosa, Bismula, Aldeia da Ribeira e Badamalos.
O Edital de 8 de Novembro, confirmava o atrás citado e apontava as Igreja Matrizes para local de voto, para o Sabugal foi definida a Igreja da Misericórdia.
Para presidir à Assembleia de voto das eleições paroquiais para 1902 forma nomeados Presidentes José Nunes Corracha e Manuel Robalo em 9 de Novembro de 1901.
Em 1904, para as eleições camarárias, foram nomeados Presidentes da Assembleia Manuel José Gonçalves Filipe Sénior e Narciso Carrilho e para 1905 José Antunes Lousa e Manuel José Gonçalves Filipe Sénior.
Para as paroquiais foram nomeados em 22 de Novembro de 1904 Narciso Carrilho e António José Nunes Hilário.
Em 17 de Novembro de 1908 foi nomeado para Presidente José Alfredo da Fonseca Garcia.
Em 10 de Dezembro de 1913, foram nomeados para presidir às mesa de voto para as eleições a realizar no dia 14 e referentes ao triénio 1914/1916 os seguintes cidadãos; para a mesa de Vale de Espinho; Diogo Lopes do Soito e para a do Soito; Bernardino Lucas Marques de Vale de Espinho.
Em 20 de Fevereiro de 2005, o Soito não votou para as eleições da Assembleia da Republica devido ao facto de estar há nove meses sem médico de família e como forma de protesto.
Se hoje cada cidadão maior, tem direito a voto, isso só aconteceu passado o 25 de Abril de 1974 já que antes as leis restringiam esse direito.
A partir da Constituição de 1822 era concedido o voto aos cidadãos tidos como mais importantes e a partir de 1838 esse direito foi estendido a possuidores de certos títulos literários.
Só em 1878 tal direito foi alargado a todos os que soubessem ler ou fossem chefes de família, porém na prática tal direito era negado e foi mesmo suspenso em 1896.
Antes do 25 de Abril e oficialmente, apenas podiam votar aqueles a quem o poder o permitia sendo necessário para ter tal direito, pagar um mínimo de contribuição predial que foi de 100$00 e teria mais tarde passado para 200$00, no entanto apesar disso, quem não fosse apoiante da causa defendida pelo poder instalado não poderia votar já que os boletins de voto eram muitas vezes enviados aos eleitores já preenchidos com o nome do candidato escolhido, o que cerceava de algum modo a decisão do eleitor e punha em causa a sua liberdade de escolha. As mulheres só passaram a ter direito a voto depois de 1930 e só as licenciadas o podiam exercer.
De seguida damos conta da composição de vários círculos eleitorais durante o século XIX:
Para presidir às eleições de 26 de Julho de 1835 foram nomeados em 12 do mesmo mês; para o Soito o 5º. Vereador José Alves, do Soito, para Vale de Espinho; Manuel José de Carvalho, do Soito, e para Quadrazais; Manuel Jorge também do Soito
Em 14 de Setembro e para presidir as eleições da Junta e Comissões de Paróquia foi nomeado o Vereador António Garcia e para Aldeia Velha; José Alves do Soito.
Em 8 de Novembro de 1836, a Câmara dividiu o concelho em 3 Assembleias eleitorais: 1ª no Sabugal, 2ª em Aldeia do Bispo e a 3ª no Soito composta por Soito, Nave, Vila Boa, Vale das Éguas, Valongo, Ruivos e Ruvina.
Em auto de Câmara de 21 de Abril de 1837 e para presidir à Assembleia eleitoral que escolheria os Juízes de paz, é nomeado Luís Carrilho, do Soito.
Dois anos após a incorporação da Vila de Alfaiates no Sabugal, exactamente a 2 de Dezembro de 1857 foram estabelecidas as assembleias para as eleições no concelho que eram compostas de cinco círculos; No Sabugal, sendo Presidente o Presidente da Câmara, no Soito, o Vereador Joaquim António de Almeida, em Vilar Maior, o Vereador José Ribeiro Leitão, em Castelo Mendo o Vereador Francisco Sousa Fabião e em Sortelha o Vereador Fernando Soares Mascarenhas.
Em 19 de Outubro de 1859 as Assembleias eleitorais no concelho eram cinco.
A 1ª. No Sabugal compreendia as freguesias de Sabugal, Quadrazais, Rendo, Ruvina, Vila Boa, Rapoula, Touro, Quintas, Urgueira e Malcata.
A 2ª. Soito, com as freguesias de Soito, Vale de Espinho, Foios, Aldeia do Bispo, Lageosa, Aldeia Velha, e Nave.
3ª. Vilar Maior e as freguesia que compunham o antigo concelho.
4ª. Castelo Mendo com as freguesias do extinto concelho. 5ª. Sortelha com as freguesias do extinto concelho.
5ª. Sortelha, compota pelas freguesias que compunham o antigo concelho.
Às mesas, presidiam os seguintes cidadãos: no Sabugal o Presidente da Câmara, no Soito o Professor Manuel Fernandes Ruço, em Vilar Maior o vereador Júlio César, em Castelo Mendo o vereador José Joaquim Simões de Carvalho e em Sortelha o vereador José de Andrade.
Em 31 de Julho de 1867 a 5ª. Paróquia Cível tinha sede em Vila Boa e era composta por Vila Boa, Soito, Nave, Ruvina e Ruivós
Em 17 de Dezembro de 1867 o Concelho do Sabugal continuava a ser composto por 5 círculos eleitorais com sedes no Sabugal, Soito, Sortelha, Vilar Maior e Miuzela.
A assembleia nº 2 tinha sede no Soito e compreendia as freguesias da Nave, Aldeia Velha, Aldeia do Bispo, Lageosa, Foios e Vale de Espinho.
Os círculos dos Juízes de paz eram compostos pelas mesmas freguesias e com a mesma sede conforme expresso em acta da sessão de Câmara de 21 de Agosto de 1867.
Em 4 de Abril de 1869 as Assembleias estavam assim divididas, Sabugal: que tinha como Presidente Manuel Fernandes Ruço, vice-presidente da Câmara, mas nessa data Presidente em exercício.
A do Soito era presidida por José Maximino da Costa Azevedo. Sortelha por Alexandre José Antunes Leal. Castelo Mendo: Alexandre António Vieira e Vilar Maior António Monteiro Limão.
Em 17 de Novembro de 1869 a disposição dos círculos eleitorais era a seguinte; Sabugal tendo como presidente o Presidente da Câmara António Maria Rebocho, o do Soito presidido pelo vereador José Joaquim Ribeiro, o de Castelo Mendo com António Monteiro Simão, Sortelha com Alexandre José Nunes da Cunha e Vilar Maior com Manuel Martins Lavajo.
Estando a menos de uma légua do Soito, sede de Assembleia de voto, onde votavam os da Nave, Aldeia Velha, Aldeia do Bispo, Foios e Vale de Espinho, o povo de Alfaiates passou a votar em Vilar Maior que estaria muito mais distante.
Em 28 de Agosto de 1870 e para a eleição dos Deputados: Sabugal com o Presidente, Sortelha com o vogal Joaquim Antunes, Soito com António Joaquim Simões, Vilar Maior com José d’Andrade e Castelo Mendo com Francisco Martins Chorão.
Em 14 de Fevereiro de 1871 e devido à desanexação de 13 freguesias do concelho do Sabugal para o de Almeida, tendo ficado a Cerdeira, Miuzela, Parada e Porto de Ovelha, a Camara decidiu organizar as novas assembleias do seguinte modo com as seguintes capitais; Seixo do Côa com as freguesias de Miuzela, Cerdeira, Parada, Porto de Ovelha, Badamalos Valongo, Vale das Éguas, Ruvina, Ruivos e Bismula.
Outra em Aldeia da Ponte com as freguesias de Forcalhos, Lageosa, Nave de Haver, Malhada, Vilar Maior, Aldeia da Ribeira, Rebolosa e Alfaiates.
Outra no Soito composta das freguesias de Aldeia Velha, Aldeia do Bispo, Vale de Espinho Foios e Nave.
Uma outra no Sabugal composta pelas antigas freguesia menos a Ruvina que passou ao Seixo e outra em Sortelha com as freguesias que antes faziam parte da assembleia.
Em 19 de Junho de 1878 foram nomeados os sete cidadãos que hão-de presidir às Assembleias de voto que no dia 4 de Agosto elegerão os procuradores à Junta Geral e à Câmara Municipal: a do Sabugal, é por inerência, presidida pelo Presidente da Câmara, Sortelha pelo vogal José Ramos, Soito o vogal Francisco Lopes Júnior, Aldeia Velha o vogal Francisco Martins Chorão, Vilar Maior o vogal António Gonçalves Pinharanda, Miuzela o vogal Alexandre José Dias da Cunha e Malhada o vogal José Capello Barreiros.
Em 12 de Outubro de 1879 e para a eleição dos deputados, passou a haver sete círculos eleitorais assim distribuídos: Sabugal a que por lei presidia o presidente da Câmara, Soito presidido por José Joaquim Ribeiro, Sortelha por Alexandre José Dias da Cunha, Aldeia Velha com José Antunes da Fonseca, Vilar Maior era presidida por Joaquim António Rodrigues da Silva, Miuzela por Manuel Martins Janela e Malhada por António Dinis.
Em 10 de Novembro do mesmo ano e para presidir às eleições paroquiais do Soito, foi nomeado Manuel Carrilho Esteves.
Em 22 de Novembro do mesmo ano e para as eleições dos juízes de paz formaram-se os círculos que se seguem e foram nomeados os respectivos presidentes: No Sabugal: o Presidente da Câmara, no de Vilar Maior o vogal António Dinis da Fonseca, em Sortelha o vogal Alexandre José Dias da Cunha, o do Soito era presidido pelo vogal Joaquim António Rodrigues da Silva, Miuzela com o vogal Manuel Martins Janela, Malhada tinha por presidente o vogal José Joaquim Ribeiro e Aldeia Velha José Antunes da Fonseca.
Em 25 de Novembro de 1881 dá-se conta dos mesmos círculos eleitorais com os seguintes presidentes: Sabugal: o Presidente António Manuel Bigotte, Sortelha: o vogal Joaquim da Silva Moreira, Miuzela: com o vogal José Capello Barreiros, Aldeia Velha: o vogal Manuel Gonçalves Ignaçio, Soito: o vogal Dr. Fernando Garcia Marques, Vilar Maior: o vogal António Martins Chorão e Malhada: o vogal Bartolomeu José Capello.
Em 1885 o concelho foi dividido em oito círculos e o Soito continuava a ser sede de Assembleia de voto, nessa altura a 5ª Mesa, composta por Soito, 350 eleitores, Alfaiates, 259, Vale de Espinho 299 e Vila Boa 165.
1º. em Aldeia Velha com 222 mais Aldeia do Bispo com 171, Foios 110, Forcalhos 98 e Lageosa com105.
2º. na Miuzela com183 eleitores, Cerdeira 92, Parada 141, Porto de Ovelha 104 e Seixo 166.
3º. no Sabugal com 399, Aldeia de S. António 136, Quadrazais 428, Quintas de S.Bartolomeu 119 e Rendo 185.
4º. em Santo Estêvão com 180, Casteleiro197, Malcata 150 e Moita 100.
6º. em Sortelha com 196, Águas Belas 145, Bendada 205, Lomba 55, Penalobo 100 e Pousafoles 212
7º. na Ruvina com 47, Nave 165, Rapoula 90, Rebolosa, 98, Ruivos 45, Vale da Éguas 49 e Vila do Touro 185, e o 8º. em Vilar Maior com 157, Aldeia da Ponte 305, Aldeia da Ribeira 108, Vadamalos 82, Bismula 115 e Valongo 64 o que totaliza 42 freguesias, pouco depois saem do concelho a Miuzela, Parada e Porto de Ovelha ficando o concelho reduzido a 39.
Hoje o concelho é composto por quarenta freguesias devido à criação da freguesia do Baraçal em 18 de Maio de 1904 que foi desanexada de Vila do Touro.
Em 19 de Janeiro de 1887 em sessão da Câmara, o Presidente chamou a atenção dos vereadores para o facto de haver necessidade de alterar as Assembleias eleitorais e onde diz: “São conhecidos de todos os vereadores, os graves inconvenientes que resultam para muitos povos da existência das actuais, e especialmente para o Soito e Alfaiates, onde tem havido bastantes conflitos, resultando destes vários ferimentos em indivíduos de uma e outra freguesia e já a morte de um desgraçado de Alfaiates, propunha que ele fosse autorizado a apresentar, na 1ª sessão, um plano geral, alterando algumas assembleias em harmonia com o interesse dos próprios povos…”
Em 1895, a 15 de Dezembro, foi nomeado para presidir ao acto eleitoral da Assembleia do Soito, Manuel Robalo.
Assim e em face das alterações propostas, em 1896 e conforme Edital de 10 de Julho, a sede de assembleia de voto passou a ser a Nave, de cujo circulo faziam parte o Soito, a Rebolosa e Alfaiates com um total de 563 votos.
Em 21 de Agosto de 1899 a Assembleia eleitoral a que pertencia o Soito ficou sediada em Vale de Espinho, fazendo parte deste círculo; Vale de Espinho, Soito, Quadrazais e Foios num total de 525 eleitores e tendo como presidente Manuel António da Fonseca, do Soito.
Alfaiates foi, nesse acto, sede de Assembleia e composta pelas povoações de Forcalhos e Aldeia da Ponte.
Aldeia Velha, também sede com as freguesias de Lageosa e Aldeia do Bispo.
No Seixo do Côa; votavam Vale das Éguas, Cerdeira, Rapoula e Valongo.
Na Nave; Rendo, Ruvina, Vila Boa e Ruivos.
Vilar Maior, com as freguesias de Rebolosa, Bismula, Aldeia da Ribeira e Badamalos.
O Edital de 8 de Novembro, confirmava o atrás citado e apontava as Igreja Matrizes para local de voto, para o Sabugal foi definida a Igreja da Misericórdia.
Para presidir à Assembleia de voto das eleições paroquiais para 1902 forma nomeados Presidentes José Nunes Corracha e Manuel Robalo em 9 de Novembro de 1901.
Em 1904, para as eleições camarárias, foram nomeados Presidentes da Assembleia Manuel José Gonçalves Filipe Sénior e Narciso Carrilho e para 1905 José Antunes Lousa e Manuel José Gonçalves Filipe Sénior.
Para as paroquiais foram nomeados em 22 de Novembro de 1904 Narciso Carrilho e António José Nunes Hilário.
Em 17 de Novembro de 1908 foi nomeado para Presidente José Alfredo da Fonseca Garcia.
Em 10 de Dezembro de 1913, foram nomeados para presidir às mesa de voto para as eleições a realizar no dia 14 e referentes ao triénio 1914/1916 os seguintes cidadãos; para a mesa de Vale de Espinho; Diogo Lopes do Soito e para a do Soito; Bernardino Lucas Marques de Vale de Espinho.
Em 20 de Fevereiro de 2005, o Soito não votou para as eleições da Assembleia da Republica devido ao facto de estar há nove meses sem médico de família e como forma de protesto.
domingo, 7 de março de 2010
Cidadãos não do Soito que aqui vieram casar (1961-1975)
Casamentos celebrados no Soito de cidadãos aqui não nascidos. (1961-1975)
07-Set-61 Narciso Botelho Vaz (Alfaiates) com Luísa Santo Freire
30-Jun-63 Adriano Augusto Frias (Guarda) com Maria Dias Pereira
06-Out-63 Alberto José de Almeida (Resende) com Mariana Fogeiro dos Santos
01-Fev-64 José Amilcar Pereira Alfaiate (Nave) com Isabel Maria Gonçalves Fernandes
22-Ago-65 Pedro Inácio Carvalho (Mirandela) com Luísa Antunes Vaz
20-Mar-65 José Francisco Miguel (Guarda) com Isabel Augusta Gonçalves
11-Jun-65 Amadeu Dias Palinhos com Laurinda Candeias (Torre, Sabugal)
08-Out-65 João Francisco (Forno Telheiro, Celorico da Beira) com Maria Estrela Pereira Filipe
03-Fev-68 Francisco Soares (Meimoa) com Isabel Augusta Barbosa dos Santos
20-Abr-68 Carlos Alberto da Conceição (Oliveira do Hospital) com Isabel Augusta Ventura Pereira
21-Set-68 Ismael Neves da Conceição com Maria Emelda Correia (Pega)
12-Out-68 António Roque Carreira (A. Dos Negros, Óbidos) com Maria dos Santos Caria Ventura
03-Mai-69 José Miranda da Silva (Barcelos) com Mariana de Oliveira
21-Dez-69 Rui Manuel Fernandes Lourenço (Lisboa) com Mariana de Jesus Antunes Lousa
12-Abr-71 José Manuel Carreira (Vila Boa) com Ana Maria Manso Soares
02-Jun-71 Joaquim Miranda de Oliveira (Barcelos) com Maria Filomena de Oliveira
21-Ago-71 José Manuel Pereira Armenio com Maria Rosa Luís Nunes (Foios)
29-Ago-71 Domingos Lopes Fernandes com Maria da Graça Veiga Moreira (Figueira da Foz)
03-Jun-72 Ricardo Catarino Pires (Mação) com Ana Guilhermina Almeida Palinhos
20-Ago-72 José Gonçalves Rodrigues ( Ramela, Guarda) com Maria Gorete Soares Robalo
19-Ago-73 Armando André Quelha (Vilar Maior) com Maria Alexandrina Monteiro Fernandes
26-Ago-73 Fernando da Natividade Soares Mata de Lobos) com Isabel Maria Garrido Arménio
15-Set-73 António Manuel de Vale Pinto (Arruda dos Vinhos) com Maria do Céu Meirinho Carrilho Martins
30-Dez-73 Ernesto Rodrigues Ferreira (Afonsim, Vila P.de Aguiar) com Isabel Augusta Lavrador Carrilho
03-Ago-74 Elizeu Augusto Dias Mateus (Terrenho Trancoso) com Maria Garrido Fogeiro
29-Dez-74 Antero Queirós Capelo (Jarmelo) com Isabel Augusta Rito de Marcos
13-Abr-75 Victor Manuel Gouveia da Fonseca (Oliveira do Hospital) com Maria de Deus Pereira Filipe
27-Abr-75 José Joaquim Dias (Meda) com Etelvina da Conceição Dias Lopes
25-Ago-75 Fernando Santos Calva com Benedita Albertina Antunes Beites (Vale de Espinho)
20-Set-75 Serafim Augusto Almeida (Baraçal) com Maria Amélia Lopes das Neves
24-Jul-76 José Virgílio Duarte Neto (Ramela Guarda) com Maria da Ascenção Soares Lavrador
08-Ago-76 António Manuel Nabais Robalo (Quadrazais) com Isabel Maria de Oliveira Dias
31-Out-76 Alceu Gonçalves de Matos (Tondela) com Maria da Glória Conceição Gonçalves
16-Abr-77 Carlos Augusto Gonçalves Monteiro (Vilar Formoso) com Maria José Carvalho Rodrigues
25-Jul-77 Carlos Garcia Pereira com Januária Leite da Ponte (São Miguel, Açores)
06-Ago-77 António Manuel Cerca Garcia (Lagares,Oliveira do Hospital) com Isabel Augusta Nunes Garcia
17-Ago-77 Rui António Sanches Gonçalves (Vila Bôa) com Maria da Conceição Garrido da Calva
18-Ago-77 Joaquim Adónis Barata (Alcains) com Ana Maria Lousa Lavrador
27-Ago-77 Manuel Lopes da Silva (Pombal) com Ana Maria Martins Francisco
12-Ago-78 Francisco Fernandes dos Reis (Gabela, Angola) com Maria dos Anjos Sanches da Inês
26-Ago-78 Armindo Lourenço Rodrigues (Castelo Branco) com Isabel Maria Garrido da Calva
24-Dez-78 António Manuel Camilo (Felgar, Moncorvo) com Luísa Nabais Nicolau
06-Jan-79 Claudino dos Reis Fernandes (Duas Igrejas, Miranda do Douro) com Maria Amélia Nabais da Teresa
13-Jan-79 João Mendes Nunes Madeira (Penalva, Oliveira do Hospital) com Maria Rosa Gonçalves Oliveira
19-Ago-79 José Manuel Nabais com Ligia Helena Ambrósio da Inês (Cova da Piedade)
11-Nov-79 José Carlos Carrilho Rito com Maria Adelaide Carvalho Esteves (Aldeia da Ponte)
21-Dez-79 Carlos Alberto Nicolau Carrilho com Isabel Maria Fernandes Nabais (Aldeia Velha)
14-Abr-80 José Manuel de Paulo Francisco com Maria de Belem Brito Fernandes (Lousada)
16-Ago-80 Victor Manuel Nicolau Carrilho com Maria Alice Pires (Valongo, Sabugal)
Estão incluídos apenas os casamentos realizados no Soito, havendo muitos mais celebrados em outras freguesias, principalmente
quando à residencia das noivas que óbviamente preferem celebrar o acontecimento na sua própria terra
Contudo, nestes 49 casamentos há 11 que correspondem a noivas não nascidas no Soito.
Out-08
07-Set-61 Narciso Botelho Vaz (Alfaiates) com Luísa Santo Freire
30-Jun-63 Adriano Augusto Frias (Guarda) com Maria Dias Pereira
06-Out-63 Alberto José de Almeida (Resende) com Mariana Fogeiro dos Santos
01-Fev-64 José Amilcar Pereira Alfaiate (Nave) com Isabel Maria Gonçalves Fernandes
22-Ago-65 Pedro Inácio Carvalho (Mirandela) com Luísa Antunes Vaz
20-Mar-65 José Francisco Miguel (Guarda) com Isabel Augusta Gonçalves
11-Jun-65 Amadeu Dias Palinhos com Laurinda Candeias (Torre, Sabugal)
08-Out-65 João Francisco (Forno Telheiro, Celorico da Beira) com Maria Estrela Pereira Filipe
03-Fev-68 Francisco Soares (Meimoa) com Isabel Augusta Barbosa dos Santos
20-Abr-68 Carlos Alberto da Conceição (Oliveira do Hospital) com Isabel Augusta Ventura Pereira
21-Set-68 Ismael Neves da Conceição com Maria Emelda Correia (Pega)
12-Out-68 António Roque Carreira (A. Dos Negros, Óbidos) com Maria dos Santos Caria Ventura
03-Mai-69 José Miranda da Silva (Barcelos) com Mariana de Oliveira
21-Dez-69 Rui Manuel Fernandes Lourenço (Lisboa) com Mariana de Jesus Antunes Lousa
12-Abr-71 José Manuel Carreira (Vila Boa) com Ana Maria Manso Soares
02-Jun-71 Joaquim Miranda de Oliveira (Barcelos) com Maria Filomena de Oliveira
21-Ago-71 José Manuel Pereira Armenio com Maria Rosa Luís Nunes (Foios)
29-Ago-71 Domingos Lopes Fernandes com Maria da Graça Veiga Moreira (Figueira da Foz)
03-Jun-72 Ricardo Catarino Pires (Mação) com Ana Guilhermina Almeida Palinhos
20-Ago-72 José Gonçalves Rodrigues ( Ramela, Guarda) com Maria Gorete Soares Robalo
19-Ago-73 Armando André Quelha (Vilar Maior) com Maria Alexandrina Monteiro Fernandes
26-Ago-73 Fernando da Natividade Soares Mata de Lobos) com Isabel Maria Garrido Arménio
15-Set-73 António Manuel de Vale Pinto (Arruda dos Vinhos) com Maria do Céu Meirinho Carrilho Martins
30-Dez-73 Ernesto Rodrigues Ferreira (Afonsim, Vila P.de Aguiar) com Isabel Augusta Lavrador Carrilho
03-Ago-74 Elizeu Augusto Dias Mateus (Terrenho Trancoso) com Maria Garrido Fogeiro
29-Dez-74 Antero Queirós Capelo (Jarmelo) com Isabel Augusta Rito de Marcos
13-Abr-75 Victor Manuel Gouveia da Fonseca (Oliveira do Hospital) com Maria de Deus Pereira Filipe
27-Abr-75 José Joaquim Dias (Meda) com Etelvina da Conceição Dias Lopes
25-Ago-75 Fernando Santos Calva com Benedita Albertina Antunes Beites (Vale de Espinho)
20-Set-75 Serafim Augusto Almeida (Baraçal) com Maria Amélia Lopes das Neves
24-Jul-76 José Virgílio Duarte Neto (Ramela Guarda) com Maria da Ascenção Soares Lavrador
08-Ago-76 António Manuel Nabais Robalo (Quadrazais) com Isabel Maria de Oliveira Dias
31-Out-76 Alceu Gonçalves de Matos (Tondela) com Maria da Glória Conceição Gonçalves
16-Abr-77 Carlos Augusto Gonçalves Monteiro (Vilar Formoso) com Maria José Carvalho Rodrigues
25-Jul-77 Carlos Garcia Pereira com Januária Leite da Ponte (São Miguel, Açores)
06-Ago-77 António Manuel Cerca Garcia (Lagares,Oliveira do Hospital) com Isabel Augusta Nunes Garcia
17-Ago-77 Rui António Sanches Gonçalves (Vila Bôa) com Maria da Conceição Garrido da Calva
18-Ago-77 Joaquim Adónis Barata (Alcains) com Ana Maria Lousa Lavrador
27-Ago-77 Manuel Lopes da Silva (Pombal) com Ana Maria Martins Francisco
12-Ago-78 Francisco Fernandes dos Reis (Gabela, Angola) com Maria dos Anjos Sanches da Inês
26-Ago-78 Armindo Lourenço Rodrigues (Castelo Branco) com Isabel Maria Garrido da Calva
24-Dez-78 António Manuel Camilo (Felgar, Moncorvo) com Luísa Nabais Nicolau
06-Jan-79 Claudino dos Reis Fernandes (Duas Igrejas, Miranda do Douro) com Maria Amélia Nabais da Teresa
13-Jan-79 João Mendes Nunes Madeira (Penalva, Oliveira do Hospital) com Maria Rosa Gonçalves Oliveira
19-Ago-79 José Manuel Nabais com Ligia Helena Ambrósio da Inês (Cova da Piedade)
11-Nov-79 José Carlos Carrilho Rito com Maria Adelaide Carvalho Esteves (Aldeia da Ponte)
21-Dez-79 Carlos Alberto Nicolau Carrilho com Isabel Maria Fernandes Nabais (Aldeia Velha)
14-Abr-80 José Manuel de Paulo Francisco com Maria de Belem Brito Fernandes (Lousada)
16-Ago-80 Victor Manuel Nicolau Carrilho com Maria Alice Pires (Valongo, Sabugal)
Estão incluídos apenas os casamentos realizados no Soito, havendo muitos mais celebrados em outras freguesias, principalmente
quando à residencia das noivas que óbviamente preferem celebrar o acontecimento na sua própria terra
Contudo, nestes 49 casamentos há 11 que correspondem a noivas não nascidas no Soito.
Out-08
Vindos de fora que casaram no Soito (1900-1921)
Cidadãos casados no Soito, mas que nasceram em outros lugares (1900/1921) (1)
20-1-1900 António Bairras (Alfaiates) com Maria Isabel Martinho
14-5-1900 António Tavares (Foios) com Maria Lourenço Logrado
19-7-1900 António Joaquim (Nave) com Isabel Maria Nunes Ambrósio
02-10-1900 Domingos Gonçalves Ferreira (A.Velha) com Maria Isabel Antunes Lousa
25-10-1900 Bernardo Martins Gaião com Maria Teresa Nunes (Meimâo
02-8-1902 Paulino do Nascimento (Pousafoles) com Maria do Carmo Gonçalves
27-8-1902 Manuel Francisco (Rendo) com Isabel Gonçalves Filipe
30-8-1902 Joaquim Faustino com Maria Nabais Damião (Lisboa)
31-1-1903 Anacleto Reis Nabais (Quadrazais) com Maria dos Santos Prazeres Jesus Robalo
01-8-1903 José Augusto Vaz Fazenda (Aldeia do Bispo) com Isabel Maria Gonçalves
22-8-1903 Joaquim Amaral (Alfaiates) com Isabel Garcia
13-8-1904 José Viegas (Alfaiates) com Esperança Fernandes Russo
09-9-1905 Alvaro Augusto das Neves (Vila do Touro) com Benedita Martins da Josefa
21-8-1905 Manuel Ramos Calado (Quadrazais) com Maria dos Santos
11-5-1907 João Ambrósio (Aldeia Velha) com Benedita Nunes Emídio
17-8-1907 Domingos Lourenço (Alfaiates (com Isabel Ventura
31-8-1907 Manuel Joaquim Rodrigues (Salvador, Penamacor) com Maria Gonçalves Garrido
21-10-1908 Simão Palinhos (Rendo) com Isabel Maria Nunes Dias
26-11-1900 Francisco Augusto Palinhos (Rendo) com Isabel Augusta do Patroçínio
19-2-1909 Norberto Pereira (Rendo) com Maria Luísa Gonçalves Gaião
26-11-1909 Francisco Augusto Palinhos (Rendo) Isabel Augusta do Patrocínio
18-2-1911 Manuel Nunes Dias (Foios) com Mariana Carvalho
15-4-1912 António Fernandes (Cerdeira) com Mariana Luís Tolda
3-7-1912 João Dias Freixo com Maria Antónia Alves Caria (Alfaiates)
3-7-1912 Manuel Fernandes (Lisboa) com Lucinda Luís Tolda
7-8-1912 Raul Lopes (Meimão) com Maria Rita Lourenço da Inês
13-11-1912 Manuel Nunes Dias com Carlota Afonso (Foios)
24-11-1912 José Monteiro (Castelo Mendo) com Maria Máxima da Ascensão (Jarmelo)
27-9-1913 José Gonçalves (Penamacor) com Isabel Luís
21-1-1914 Manuel Ventura, viúvo de Alexandrina Nunes, com Aurelina Jorge (Praisal)
21-2-1914 João Ambrósio (Aldeia Velha) viúvo de Benedita Emídio, com Maria Nabais
09-9-1917 Lourenço Robalo com Maria Gonçalves (Pedrógão, Penamacor)
29-11-1917 José Martins Borrego (Águas, Penamacor) com Isabel Maria Martins Viegas
13-1-1919 Manuel Garcia Pereira com Maria José Martins (Alfaiates)
27-5-1919 António Capelo (Penamacor) com Loduvina Gregório
07-7-1919 Alfredo Pereira (Meimoa) Maria Augusta dos Santos Saraiva
06-9-1919 António Sanches Ambrósio (Aldeia Velha )com Teresa Nunes Emídio
30-10-1919 Manuel de Oliveira com Isabel Afonso (Foios)
12-1-1920 Duarte Pereira (Póvoa de Rio de Moinhos, Portalegre) com Maria Luísa Martins
17-1-1920 João Pereira Ferrador com Cândida Gonçalves Ferreira (Aldeia Velha)
21-8-1920 José dos Anjos (Alfaiates) com Natividade Pereira (Vila do Touro)
26-9-1920 Cândido Melro (Baraçal) com Maria Augusta dos Santos
27-11-1920 José Baptista Nunes (Vale de Espinho) com Isabel Martinho
27-11-1920 Francisco Garcia Pereira com Generosa Cid (Alfaiates)
15-1-1921 Manuel Melro (Baraçal) com Maria dos Prazeres Oliveira
05-2-1921 Jerónimo Augusto (Freineda) com Isabel Maria Gonçalves Filipe
06-4-1921 José Gomes de Carvalho com Maria Gomes (Aldeia Velha)
09-7-1921 José Augusto Correia com Maria do Carmo (Sabugal)
23-7-1921 José dos Anjos (Alfaiates) viúvo, com Isabel Alves Caria
23-7-1921 José Augusto Vaz Fortuna com Maria André Sanches (Aldeia Velha)
13-8-1921 Joaquim Nunes Alfaiate com Elisa Cardoso (Teixoso)
03-9-1921 Francisco Luís Carrolo (Vela) com Encarnação Dias (Luanda)
03-10-1921 Joaquim Filipe (S.Miguel d,Acha) com Isabel Augusta Gomes
05-11-1921 Joaquim Gonçalves (Castelo Novo) com Glória Lourenço Logrado
26-11-1921 José Pacheco (Vela) com Felismina Gonçalves Martelo
20-1-1900 António Bairras (Alfaiates) com Maria Isabel Martinho
14-5-1900 António Tavares (Foios) com Maria Lourenço Logrado
19-7-1900 António Joaquim (Nave) com Isabel Maria Nunes Ambrósio
02-10-1900 Domingos Gonçalves Ferreira (A.Velha) com Maria Isabel Antunes Lousa
25-10-1900 Bernardo Martins Gaião com Maria Teresa Nunes (Meimâo
02-8-1902 Paulino do Nascimento (Pousafoles) com Maria do Carmo Gonçalves
27-8-1902 Manuel Francisco (Rendo) com Isabel Gonçalves Filipe
30-8-1902 Joaquim Faustino com Maria Nabais Damião (Lisboa)
31-1-1903 Anacleto Reis Nabais (Quadrazais) com Maria dos Santos Prazeres Jesus Robalo
01-8-1903 José Augusto Vaz Fazenda (Aldeia do Bispo) com Isabel Maria Gonçalves
22-8-1903 Joaquim Amaral (Alfaiates) com Isabel Garcia
13-8-1904 José Viegas (Alfaiates) com Esperança Fernandes Russo
09-9-1905 Alvaro Augusto das Neves (Vila do Touro) com Benedita Martins da Josefa
21-8-1905 Manuel Ramos Calado (Quadrazais) com Maria dos Santos
11-5-1907 João Ambrósio (Aldeia Velha) com Benedita Nunes Emídio
17-8-1907 Domingos Lourenço (Alfaiates (com Isabel Ventura
31-8-1907 Manuel Joaquim Rodrigues (Salvador, Penamacor) com Maria Gonçalves Garrido
21-10-1908 Simão Palinhos (Rendo) com Isabel Maria Nunes Dias
26-11-1900 Francisco Augusto Palinhos (Rendo) com Isabel Augusta do Patroçínio
19-2-1909 Norberto Pereira (Rendo) com Maria Luísa Gonçalves Gaião
26-11-1909 Francisco Augusto Palinhos (Rendo) Isabel Augusta do Patrocínio
18-2-1911 Manuel Nunes Dias (Foios) com Mariana Carvalho
15-4-1912 António Fernandes (Cerdeira) com Mariana Luís Tolda
3-7-1912 João Dias Freixo com Maria Antónia Alves Caria (Alfaiates)
3-7-1912 Manuel Fernandes (Lisboa) com Lucinda Luís Tolda
7-8-1912 Raul Lopes (Meimão) com Maria Rita Lourenço da Inês
13-11-1912 Manuel Nunes Dias com Carlota Afonso (Foios)
24-11-1912 José Monteiro (Castelo Mendo) com Maria Máxima da Ascensão (Jarmelo)
27-9-1913 José Gonçalves (Penamacor) com Isabel Luís
21-1-1914 Manuel Ventura, viúvo de Alexandrina Nunes, com Aurelina Jorge (Praisal)
21-2-1914 João Ambrósio (Aldeia Velha) viúvo de Benedita Emídio, com Maria Nabais
09-9-1917 Lourenço Robalo com Maria Gonçalves (Pedrógão, Penamacor)
29-11-1917 José Martins Borrego (Águas, Penamacor) com Isabel Maria Martins Viegas
13-1-1919 Manuel Garcia Pereira com Maria José Martins (Alfaiates)
27-5-1919 António Capelo (Penamacor) com Loduvina Gregório
07-7-1919 Alfredo Pereira (Meimoa) Maria Augusta dos Santos Saraiva
06-9-1919 António Sanches Ambrósio (Aldeia Velha )com Teresa Nunes Emídio
30-10-1919 Manuel de Oliveira com Isabel Afonso (Foios)
12-1-1920 Duarte Pereira (Póvoa de Rio de Moinhos, Portalegre) com Maria Luísa Martins
17-1-1920 João Pereira Ferrador com Cândida Gonçalves Ferreira (Aldeia Velha)
21-8-1920 José dos Anjos (Alfaiates) com Natividade Pereira (Vila do Touro)
26-9-1920 Cândido Melro (Baraçal) com Maria Augusta dos Santos
27-11-1920 José Baptista Nunes (Vale de Espinho) com Isabel Martinho
27-11-1920 Francisco Garcia Pereira com Generosa Cid (Alfaiates)
15-1-1921 Manuel Melro (Baraçal) com Maria dos Prazeres Oliveira
05-2-1921 Jerónimo Augusto (Freineda) com Isabel Maria Gonçalves Filipe
06-4-1921 José Gomes de Carvalho com Maria Gomes (Aldeia Velha)
09-7-1921 José Augusto Correia com Maria do Carmo (Sabugal)
23-7-1921 José dos Anjos (Alfaiates) viúvo, com Isabel Alves Caria
23-7-1921 José Augusto Vaz Fortuna com Maria André Sanches (Aldeia Velha)
13-8-1921 Joaquim Nunes Alfaiate com Elisa Cardoso (Teixoso)
03-9-1921 Francisco Luís Carrolo (Vela) com Encarnação Dias (Luanda)
03-10-1921 Joaquim Filipe (S.Miguel d,Acha) com Isabel Augusta Gomes
05-11-1921 Joaquim Gonçalves (Castelo Novo) com Glória Lourenço Logrado
26-11-1921 José Pacheco (Vela) com Felismina Gonçalves Martelo
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